abril 27, 2010

Eterno

"Quando eu morrer, morre a guitarra também.
O meu pai dizia que, quando morresse, queria que lhe partissem a guitarra e a enterrassem com ele.
Eu desejaria fazer o mesmo. Se eu tiver de morrer.”

Carlos Paredes
Funcionário administrativo do Hospital de São José






Nenhum comentário: